Convertemos informação geográfica, dados de campo e camadas territoriais complexas em análises claras, cartografia útil e ferramentas de apoio à tomada de decisão.
Na CERNA utilizamos a cartografia e os Sistemas de Informação Geográfica (SIG) como ferramentas centrais para a análise territorial, o planeamento e a tomada de decisões técnicas.
Não se trata apenas de elaborar mapas, mas sim de integrar informação espacial, dados de campo, camadas administrativas, variáveis ambientais e critérios técnicos para compreender o território em profundidade.
Trabalhamos com projetos florestais, engenharias, certificações e administrações públicas e privadas para converter a informação em conhecimento útil e tomar decisões fundamentadas.
Ordenação do território
Integra e estrutura dados de múltiplas fontes num único sistema.
Analisar cenários
Avalie alternativas e riscos para tomar decisões mais fundamentadas.
Melhorar o planeamento
Antecipa impactos, otimiza recursos e orienta ações com maior precisão.
Comunicar melhor
Visualiza e partilha informação clara com todos os agentes.
Aplicamos metodologias e tecnologias avançadas para transformar dados em informação territorial de alto valor.

Criamos sistemas SIG adaptados a cada projeto para ordenar informação territorial complexa, integrar dados de distintas fontes e facilitar a sua análise técnica.

Avaliamos cenários territoriais combinando variáveis ambientais, produtivas, normativas e socioeconómicas para apoiar decisões objetivas.

Aplicamos análise espacial avançada para interpretar o território, simular cenários, avaliar impactos e antecipar riscos.

Integramos imagens de satélite, dados LiDAR e fotogrametria para caracterizar o território e melhorar inventários, planeamento e monitorização.

Elaboramos cartografia clara, precisa e adaptada a projetos técnicos, relatórios, trâmites administrativos e processos de tomada de decisão.

Transformamos dados geográficos em mapas, visualizadores e relatórios visuais que permitem comunicar resultados e tomar decisões com maior segurança.
Conectamos dados dispersos, tecnologias avançadas e conhecimento técnico para obter respostas claras sobre o território. Assim transformamos informação em decisões técnicas que geram impacto real.
As nossas soluções adaptam-se a múltiplos setores e necessidades territoriais.






O conceito de Gestão Florestal Sustentável implica uma série de critérios que podem constituir um guia para a gestão das florestas e da paisagem (Farrell e al., 2000). Trata-se de um processo dinâmico de criação de decisões baseadas no equilíbrio entre os diferentes parâmetros estudados. Para isto é necessário um conhecimento interdisciplinar a nível de região/paisagem. O/A gestor/a deve responder às demandas da sociedade, e o/a investigador/a às demandas do gestor ou gestora.
A Conferência de Ministros sobre a Proteção das Florestas na Europa de 1993 acordou a definição normalizada da gestão florestal sustentável: «A administração e utilização das florestas e matas de maneira e a um ritmo que mantenham a sua biodiversidade, produtividade, capacidade de regeneração, vitalidade e o seu potencial para cumprir, agora e no futuro, as suas funções ecológicas, sociais e económicas, à escala local, nacional e global, sem causar danos a outros ecossistemas».
Em dezembro de 2007, a Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU) adoptou a definição de gestão florestal sustentável que tem sido mais amplamente aceites entre os governos: «Conceito dinâmico em evolução que tem por objetivo manter e aumentar o valor económico, social e ambiental de todos os tipos de florestas, em benefício das gerações presentes e futuras. Consiste em sete pontos caraterísticos: (i) extensão dos recursos florestais; (ii) diversidade biológica florestal; (iii) saúde e vitalidade das florestas; (iv) funções produtivas dos recursos florestais; (v) funções de proteção dos recursos florestais; (vi) funções socioeconómicas das florestas; e (vii) enquadramento normativo, institucional e de políticas.
A Gestão Florestal Sustentável assegura a conservação do ambiente e a utilização dos recursos florestais de forma racional através de medidas e ações tendentes à sua preservação, assegurando deste modo um equilíbrio entre os aspetos sociais, ambientais e económicos através da envolvência dos diferentes setores sociais.