Soluções digitais para gerir, certificar e traçar processos florestais e territoriais em toda a cadeia monte–indústria.
Na CERNA desenvolvemos soluções TIC orientadas para digitalizar processos relacionados com a gestão florestal, a certificação, a rastreabilidade e a cadeia floresta-indústria.
A nossa experiência técnica nasce de mais de 25 anos de trabalho em engenharia ambiental, gestão florestal, ordenamento, planeamento e certificação florestal, prestando serviços a proprietários, gestores florestais, administrações públicas, associações setoriais, empresas de exploração, empresas de serviços e indústrias de primeira e segunda transformação.
A CERNA desenvolve a sua atividade no âmbito da engenharia, gestão e consultoria ambiental, com vasta experiência em projetos associados à gestão de recursos naturais e à cadeia floresta-indústria.
O âmbito geográfico de trabalho da CERNA abrange diferentes comunidades autónomas em Espanha —Galiza, Astúrias, Cantábria, País Basque, Navarra, Aragão, Castela e Leão, Extremadura e Andaluzia—, bem como projetos internacionais em Portugal continental, Madeira, Chile, Peru, México e Brasil.
A CERNA promove a modernização do setor florestal mediante I+D+i, a desenvolver software, sistemas SIG de Web Mapping e tecnologias aplicadas à gestão de recursos naturais, a rastreabilidade, a logística e a transformação na cadeia monte-indústria.
O conceito de Gestão Florestal Sustentável implica uma série de critérios que podem constituir um guia para a gestão das florestas e da paisagem (Farrell e al., 2000). Trata-se de um processo dinâmico de criação de decisões baseadas no equilíbrio entre os diferentes parâmetros estudados. Para isto é necessário um conhecimento interdisciplinar a nível de região/paisagem. O/A gestor/a deve responder às demandas da sociedade, e o/a investigador/a às demandas do gestor ou gestora.
A Conferência de Ministros sobre a Proteção das Florestas na Europa de 1993 acordou a definição normalizada da gestão florestal sustentável: «A administração e utilização das florestas e matas de maneira e a um ritmo que mantenham a sua biodiversidade, produtividade, capacidade de regeneração, vitalidade e o seu potencial para cumprir, agora e no futuro, as suas funções ecológicas, sociais e económicas, à escala local, nacional e global, sem causar danos a outros ecossistemas».
Em dezembro de 2007, a Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU) adoptou a definição de gestão florestal sustentável que tem sido mais amplamente aceites entre os governos: «Conceito dinâmico em evolução que tem por objetivo manter e aumentar o valor económico, social e ambiental de todos os tipos de florestas, em benefício das gerações presentes e futuras. Consiste em sete pontos caraterísticos: (i) extensão dos recursos florestais; (ii) diversidade biológica florestal; (iii) saúde e vitalidade das florestas; (iv) funções produtivas dos recursos florestais; (v) funções de proteção dos recursos florestais; (vi) funções socioeconómicas das florestas; e (vii) enquadramento normativo, institucional e de políticas.
A Gestão Florestal Sustentável assegura a conservação do ambiente e a utilização dos recursos florestais de forma racional através de medidas e ações tendentes à sua preservação, assegurando deste modo um equilíbrio entre os aspetos sociais, ambientais e económicos através da envolvência dos diferentes setores sociais.